"Não me indigno, porque a indignação é para os fortes; não me resigno, porque a resignação é para os nobres; não me calo, porque o silêncio é para os grandes. E eu não sou forte, nem nobre, nem grande. Sofro e sonho. Queixo-me porque sou fraco e, porque sou artista, entretenho-me a tecer musicais as minhas queixas e a arranjar meus sonhos conforme me parece melhor a minha idéia de os achar belos.
Só lamento o não ser criança, para que pudesse crer nos meus sonhos"
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
"Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou (...). Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia (...). Mas você tem que remar também. Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena. Remar. Re-amar. Amar."
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Augusto Cury
"Normais levantam, reclamam, vestem, irritam-se, xingam e cumprimentam sempre da mesma forma. Dão as mesmas respostas para os mesmos problemas. Tem o mesmo humor no serviço e em casa. Petrificam sorrisos no rosto, dão presentes sempre nas mesmas datas. Enfim, tem uma vida estafante e previsível. Fonte para vazios e enfados. Normais não surpreendem, não encantam. Deus, livra-me dos normais."
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Caio Fernando de Abreu
Estou me transformando aos poucos num ser humano meio viciado em
solidão. E que só sabe escrever. Não sei mais falar, abraçar, dar beijos, dizer coisas aparentemente simples como “eu gosto de você”. Gosto de mim. Acho que é o destino dos escritores. E tenho pensado que, mais do que qualquer outra coisa, sou um escritor. Uma pessoa que escreve sobre a vida — como quem olha de uma janela — mas não consegue vivê-la.
solidão. E que só sabe escrever. Não sei mais falar, abraçar, dar beijos, dizer coisas aparentemente simples como “eu gosto de você”. Gosto de mim. Acho que é o destino dos escritores. E tenho pensado que, mais do que qualquer outra coisa, sou um escritor. Uma pessoa que escreve sobre a vida — como quem olha de uma janela — mas não consegue vivê-la.
Humberto Gessinger
Toda vez que toca o telefone, eu penso que é você. Toda noite de insônia, eu penso em te escrever... Pra dizer que teu silêncio me agride e não me agrada ser um calendário do ano passado. Pra dizer que teu crime me cansa e não compensa entrar na dança depois que a música parou... A música parou. Parou.
3 anos: “Mãe, eu te amo”.
10 anos: “Mãe, você não entende nada”.
16 anos: “Oh meu Deus, voce tá me irritando mãe”.
18 anos: “Quero sair dessa casa”.
25 anos: “A Senhora tinha razão, mãe.
30 anos: “Quero voltar para a casa da minha mãe”.
50 anos: “Eu não quero perder minha mãe”.
70 anos: “Eu dava tudo para que a minha mãe estivesse aqui”
Nós só temos uma mãe. Se você ama a sua, reblogue isso.
10 anos: “Mãe, você não entende nada”.
16 anos: “Oh meu Deus, voce tá me irritando mãe”.
18 anos: “Quero sair dessa casa”.
25 anos: “A Senhora tinha razão, mãe.
30 anos: “Quero voltar para a casa da minha mãe”.
50 anos: “Eu não quero perder minha mãe”.
70 anos: “Eu dava tudo para que a minha mãe estivesse aqui”
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