quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Augusto Cury
"Normais levantam, reclamam, vestem, irritam-se, xingam e cumprimentam sempre da mesma forma. Dão as mesmas respostas para os mesmos problemas. Tem o mesmo humor no serviço e em casa. Petrificam sorrisos no rosto, dão presentes sempre nas mesmas datas. Enfim, tem uma vida estafante e previsível. Fonte para vazios e enfados. Normais não surpreendem, não encantam. Deus, livra-me dos normais."
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Caio Fernando de Abreu
Estou me transformando aos poucos num ser humano meio viciado em
solidão. E que só sabe escrever. Não sei mais falar, abraçar, dar beijos, dizer coisas aparentemente simples como “eu gosto de você”. Gosto de mim. Acho que é o destino dos escritores. E tenho pensado que, mais do que qualquer outra coisa, sou um escritor. Uma pessoa que escreve sobre a vida — como quem olha de uma janela — mas não consegue vivê-la.
solidão. E que só sabe escrever. Não sei mais falar, abraçar, dar beijos, dizer coisas aparentemente simples como “eu gosto de você”. Gosto de mim. Acho que é o destino dos escritores. E tenho pensado que, mais do que qualquer outra coisa, sou um escritor. Uma pessoa que escreve sobre a vida — como quem olha de uma janela — mas não consegue vivê-la.
Humberto Gessinger
Toda vez que toca o telefone, eu penso que é você. Toda noite de insônia, eu penso em te escrever... Pra dizer que teu silêncio me agride e não me agrada ser um calendário do ano passado. Pra dizer que teu crime me cansa e não compensa entrar na dança depois que a música parou... A música parou. Parou.
3 anos: “Mãe, eu te amo”.
10 anos: “Mãe, você não entende nada”.
16 anos: “Oh meu Deus, voce tá me irritando mãe”.
18 anos: “Quero sair dessa casa”.
25 anos: “A Senhora tinha razão, mãe.
30 anos: “Quero voltar para a casa da minha mãe”.
50 anos: “Eu não quero perder minha mãe”.
70 anos: “Eu dava tudo para que a minha mãe estivesse aqui”
Nós só temos uma mãe. Se você ama a sua, reblogue isso.
10 anos: “Mãe, você não entende nada”.
16 anos: “Oh meu Deus, voce tá me irritando mãe”.
18 anos: “Quero sair dessa casa”.
25 anos: “A Senhora tinha razão, mãe.
30 anos: “Quero voltar para a casa da minha mãe”.
50 anos: “Eu não quero perder minha mãe”.
70 anos: “Eu dava tudo para que a minha mãe estivesse aqui”
Nós só temos uma mãe. Se você ama a sua, reblogue isso.
sábado, 4 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Clarissa Corrêa
"O tempo nem sempre cura tudo. Tenho feridas que já cicatrizaram, mas que insistem em latejar quando o dia está nublado. Tenho mágoas que já foram superadas, mas se lembro bem, se lembro forte, se penso nelas eu choro. E o choro dói, dói, dói como se fosse ontem. Tenho vontades que nunca passam. Tenho uma tara por chocolate e queijo que nunca saiu de viagem. Tenho mania de escrever em blocos e ter pelo menos dois deles sempre dentro da bolsa. Tenho sentimento de posse, tenho ciúme, tenho medo de perder quem é essencial na minha vida. Tenho medo de me perder, por isso acendo todas as luzes."
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